Deixo-o e me atiro mar adentro Sem parede nua para me encostar e sem cavalo que fuja a galope* Num sopro toco a vela Que não me falte o fôlego O Cais sai do plano E fica Para quem mais quiser se soltar
Apadrinhada d'anjo torto.
"Mas fulana será gente?
Estará somente em ópera?
Será figura de livros?
Será bicho? saberei?"
(Fragmento - O Mito, Carlos Drummond de Andrade)