sábado, 13 de janeiro de 2007 

Hoje, naquela filosofia de furar o mundo disseminada pela coisa rara, resolvi colocar fixadores no cabo de antena da televisão. A boa vontade quando junta com a brutalidade dá nisso... macetei o prego com o dedão. Ê espírito de mulher Paraíba que me consome!



PS: Não vou subtrair toda verdade... é certo que sou uma cabritinha frouxa. Ao ver o sangue verter amoleci inteira e caí na cama e lá fiquei até passar aquele mal estar. ADVIRTO: Martelar prego com o dedo faz mal à saúde, pode causar vertigem e desmaios.

 


O meu amor não é o cais
Não é o barco
É o arco da espuma
Que, desfeito, eu sou
É tudo e coisa nenhuma
Entre a proa e a bruma, o amor
É a lembrança que enfuna
Velas na escuna que naufragou
(...)
Ah, o amor é estar no inferno ao som da Ave Maria!


Nem cais nem barco, de Guinga e Aldir Blanc)
Fonte: http://www.mpbnet.com.br/

 



Espelho, espelho seu, há alguma coisa mais opaca que eu? Quede briho de Fulana?

quinta-feira, 11 de janeiro de 2007 

De repente até no lugar ermo de lirismo pinta assim uma escuridão poética...