terça-feira, 12 de dezembro de 2006 

Patrimônio tombado

Sempre fui um ser trupicante. Quedas foram poucas e, confesso, nem me lembrava mais da última. E quando falo de queda quero dizer tombo da altura do próprio esqueleto, sem qualquer viagem metafórica.

Ontem, ao chegar em frente à padaria (que aqui insistem em chamar de panetteria), entoava uma musiqueta, como sempre, e, de repente... "se alguém perguntar por mim..." Pafut! Caí espalmando o chão e engatinhei até ser freada pelo vidro.

Só foi o tempo de ouvir o "Nossa Senhora!!!" da Dona que passara por mim e ver os colegas que seguiam à frente a me procurar... num pulo já estava de pé, com as mãos raladas e com um riso incontido, tentando continuar a música.

Balança, cai, e ri. Eis Fulana Gauche, a destranbelhada.