E torno a ruminar Drummond. O padrinho dessa Fulana Gauche soa sensivelmente triste. Tal qual prega a lenda, herdo essa inquietação. Em miúdos diria minha Vovó Zinha: tem a quem puxar!
“Os homens pedem carne. Fogo. Sapatos.
As leis não bastam. Os lírios não nascem da lei.
Meu nome é tumulto, e escreve-se
Na pedra.”
(Nosso tempo - Carlos Drummond de Andrade)
“Os homens pedem carne. Fogo. Sapatos.
As leis não bastam. Os lírios não nascem da lei.
Meu nome é tumulto, e escreve-se
Na pedra.”
(Nosso tempo - Carlos Drummond de Andrade)