Com uma angústia sem-quê, meus ombros não suportam quase nada e verso que está em minha cabeça desde cedo repete, repete, repete:
"Chega um tempo em que não se diz mais: meu Deus.
Tempo de absoluta depuração.
Tempo em que não se diz mais: meu amor.
Porque o amor resultou inútil.
E os olhos não choram.
E as mãos tecem apenas o rude trabalho.
E o coração está seco."(...)