quinta-feira, 13 de abril de 2006 

Enquanto espero o retorno de meu "Saturno", resolvi dar uma cutucada no Baralho Cigano e olha aí meu número-sina pintando:

terça-feira, 11 de abril de 2006 

Com uma angústia sem-quê, meus ombros não suportam quase nada e verso que está em minha cabeça desde cedo repete, repete, repete:


"Chega um tempo em que não se diz mais: meu Deus.
Tempo de absoluta depuração.
Tempo em que não se diz mais: meu amor.
Porque o amor resultou inútil.
E os olhos não choram.
E as mãos tecem apenas o rude trabalho.
E o coração está seco."

(...)