terça-feira, 16 de agosto de 2005 

ConcurCera

Na última semana me dediquei a estudar para um concurso público. Foi surpreendente, estava num afim com a matemática que por vezes chegava a me questionar do porquê de não ter seguido uma "carreira exata".

Todo esse trabalho árduo de manter em minha cabeça algumas fórmulas por mais de 48horas teve com resultado um acerto de 9 em 20 questões. Uma proeza, se se considerar que só acertei as que consegui fazer. O resto, bem, não sabia e não deu tempo de "advinhar".

E por falar em tempo. Estou sem relógio e não vinha sentindo falta disso até o instante em que a supervisora da sala de provas lançou um "pára"! Tinha-se transcorrido os 30 minutos finais pros outros... no meu caso, tinha passado não mais que dez minutos, mas a donazinha lá não quis saber, tomou-me da mão o raio do cartão de respostas sem que eu lança-se oito questões.

Tento me consolar com uma besteira dessas do tipo "males que vêm para bem", mas seja como for, fiquei "emputiada" com aquele desaforo.

Ironia, faltou UM pontinho para Fulana passar. Só tenho a dizer que perderam a oportunidade de ter uma pessoa "excepcional" trabalhando nos quadros de explorados deles.


Enquanto isso, em Minas Gerais...

não trabalho, só estudo.

domingo, 7 de agosto de 2005 

Convalescença

Adoeci. Pissoa diz que é sinal de saúde. Estaria então saudavelmente triste? Tristinha; dói miúdo.

sábado, 6 de agosto de 2005 

Matheus, o primeiro da série...



Faz quatro meses que fui iniciada nessa sensação de ser tia velha solteirona. E no dia 02 último, mais emoções.

Minha irmã, do alto de seus nove meses de gestação, começou a sentir umas "dorezinhas". Eu, afobada, querendo levá-la para o hospital enquanto ela se preocupava em comprar chinelinho para combinar com o pijama que usaria no hospital, maquiagem, a roupinha amarela (como manda a lenda) para primeira exposição do pequeno...

Antes que me esforçasse para convencê-la de tomar outro rumo as dores aumentaram e o espaço de tempo entre uma fisgada e outra era menor. Por si convenceu-se de passar pela médica antes de ir às compras. Pronto. A doutora foi incisiva: já podia ir. E fomos... hospital! Minutos depois "praticamente" testemunhei o parto (e cada vez estou mais certa de que não é pra mim a função divina).

Nasceu Pedrinho... lindo, cabeludo que só... digo mesmo uma t.e.t.é.i.a. (palavreado próprio para não negar minha vocação de tia velha).

É assim, nos grotões de Minas Gerais já se tem TV a cabo e infernet, mas a preferência local é aquela indicada pela sábia filósofa sexagenária, personagem de A casa dos Budas Ditosos: FODER (sic).

Nossa-senhora-do-bom-parto que alumie essa gente!