1001 (in)utilidades
Minhas idéias estão feito bombril, mas só no quesito enrolação, porque utilidade, nenhuma. E chove, e choro, e continuo insatisfeita com sei-lá-o-quê. Quero me mudar não sei pra onde, pra fazer não sei o quê (desde que "o quê" seja qualquer coisa inútil para o sistema), e viver com num sei quem. É um absurdo chamar Sócratão de clichê, mas a repetitividade corrompeu e, enfim, só sei que nada sei. Minhas querências variam a cada minuto, pareço depetalando uma flor que não acaba mais... quero, não quero, quero, não quero. Dia cinza, frio, de trabalho e estudo fragmentado. Chatices e banalidades rotineiras.